O Grupo B foi introduzido pela FIA (Federação internacional de Automobilismo) em 1982 como substituto para o Grupo 4 (carros de turismo modificados) e Grupo 5 (carros protótipo de turismo).
Para o Grupo A haviam uma série de requisitos para se poder homologar um carro, como produção mínima de 5000 carros (linha de produção), limite máximo de potência, limite mínimo de peso, com tecnologia permitida e um custo total.
Ao contrário disso, o Grupo B tinha poucas limitações na tecnologia dos carros, no projeto e no número dos carros requeridos para a homologação do modelo. O peso não era restrito, materiais de alta tecnologia eram permitidos e não havia limite máximo de potência dos carros. A categoria foi muito visada pelos fabricantes de carros prometendo vitórias e oportunidades subsequentes de fazer publicidade sem precisar existir um modelo de produção.
O Grupo B foi inicialmente um conceito de muito sucesso, com muitos fabricantes juntando-se ao Campeonato Mundial de Rally, aumentando o número de expectadores. Mas o custo para competir cresceu muito rápido, e a performance dos carros aumentou ainda mais, resultando em vários acidentes fatais. Como consequência, o Grupo B foi cancelado e banido no fim de 1986 e as regras do grupo A ficaram como padrão para todos os carros daquela época.
Nos anos seguintes os carros do Grupo B continuaram correndo em uma categoria chamada de Campeonato Europeu de Rallycross, com carros como MG Metro 6R4 e o Ford RS200, competindo até o fim de 1992. Para 1993, a FIA substituiu os carros do Grupo B com protótipos que deveriam ser baseados nas regras do grupo A, mas mantendo o espírito do Grupo B, com baixo peso, tração nas quatro rodas, alta pressão do turbo e quantidades desconcertadas de potência. Hoje em dia, no Rallycross os carros cumprem um regulamento com um peso minino e, no caso de motores turbo-comprimidos, têm um restrictor de 45mm.
A distância entre os eixos é a distância entre os centros das rodas dianteira e traseira.
Geralmente, quanto maior a distância entre os eixos, maior será o conforto no interior do veículo. Isto explica o fato de carros maiores possuirem mais conforto e também mais espaço interno em relação aos carros menores.
De Lorean Motor Company (DMC) foi uma empresa automobilística irlandesa fundada por John De Lorean em 1975.
O De Lorean ficou mundialmente conhecido por ter sido usado no filme Back to the Future (br: De volta para o futuro — pt: Regresso ao futuro) de 1985, dos diretores Michael J. Fox e Christopher Lloyd.
Um número muito grande dos carros originais ainda estão nas ruas tendo sido passado 25 anos, a maioria das estimativas calcularam que cerca de 6,500 carros sobreviveram dos 9,000 produzidos. Há uma comunidade muito ativa hoje em dia em torno dos carros, com clubes e proprietários apaixonados pelos carros.
Há informações que a DMC pretende voltar a produzir os carros, que é muito raro hoje em dia para a compra.
A Escuderia Bandeirantes foi uma equipe de Formula 1 e outros torneios criada na Europa por Chico Landi, usando carros usados da Maserati.
Em 1952, Chico Landi criou a Escuderia Bandeirantes, com três Maserati A6GCM, para disputar grandes prêmios na Europa. Gino Bianco acompanhou-o para ser um dos pilotos. Além dos dois brasileiros, a Escuderia Bandeirantes teve o uruguaio Heitel Cantoni e, em uma corrida, o argentino Alberto Crespo. Os carros dos brasileiros eram pintados de amarelo e tinham rodas verdes – era a pintura nacional exigida pela FIA. Não era uma equipe rica: inscreveu-se apenas em quatro GPs, às vezes com somente dois carros, e seu melhor resultado foi o 8º lugar de Landi no GP da Itália.
A Escuderia Bandeirantes foi uma equipe de Formula 1 e outros torneios criada na Europa por Chico Landi, usando carros usados da Maserati.
Em 1952, Chico Landi criou a Escuderia Bandeirantes, com três Maserati A6GCM, para disputar grandes prêmios na Europa. Gino Bianco acompanhou-o para ser um dos pilotos. Além dos dois brasileiros, a Escuderia Bandeirantes teve o uruguaio Heitel Cantoni e, em uma corrida, o argentino Alberto Crespo. Os carros dos brasileiros eram pintados de amarelo e tinham rodas verdes – era a pintura nacional exigida pela FIA. Não era uma equipe rica: inscreveu-se apenas em quatro GPs, às vezes com somente dois carros, e seu melhor resultado foi o 8º lugar de Landi no GP da Itália.
A CTM2000 é uma categoria do automobilismo brasileiro. Foi idealizada por iniciativa da empresa cearense Nordeste Sport Motor com sede em Fortaleza. A principal imfluência de estilo de campeonato e organização é a DTM alemã, que também serviu de base para a categoria argentina TC2000. No Brasil a CTM2000 pretende ser uma categoria de base, pelo seu baixo custo. No desenvolvimento do projeto da categoria e competição, a empresa fez uma mudança no nome acrescentando o subtítulo de Stock Nordeste, aludindo ao fato de ser uma categoria onde os carros, apesar de serem todos motando sem senhuma correlação com carros de montadoras, tem semelhanças com os carros da Stock Car Brasil, que faz uma correlação com os carros das grandes montadoras.
Karmann empresa alemã, remete ao ano de 1874, em Osnabrück na Alemanha.
Desde 1902 Karmann produziu mais de três milhões de carros:
| Audi 80 Conversível | 1997 - 2000 | 12.112 carros |
| Audi A4 Conversível | 2002 - hoje | 81.959 carros (Fim de 2004) |
| BMW 2000 C/CS | 1965 - 1970 | 13.696 |
| BMW 3,0 CS | 1971 - 1975 | 21.147 carros |
| BMW 635 CSI | 1976 - 1989 | 86.314 carros |
| Chrysler Crossfire Coupé | 2003 - hoje | 37.896 carros |
| Chrysler Crossfire Conversível | 2003 - hoje | 16.269 carros |
| Ford Escort RS Cosworth | 1992 - 1996 | 8.082 carros |
| Ford Escort FEC Conversível | 1983 - 1990 | 104.237 carros |
| Ford Escort Conversível | 1990 - 1997 | 80.620 carros |
| Ford Merkur XR4Ti, (Version UUAA) de Ford Sierra XR4i | ||
| Karmann Ghia Conversível | 1957 - 1974 | 362.601 carros |
| Karmann Ghia Coupê | 1955 - 1974 | 80.881 carros |
| Karmann Ghia Tipo34 | 1961 - 1969 | 42.505 carros |
| Kia Sportage SUV | 1995 - 1998 | 25.984 carros |
| Land Rover Defender | 2002 - hoje | 2.777 carros |
| Mercedes CLK A208 Conversível | 1998 - 2003 | 115.264 carros |
| Mercedes CLK C208 Coupê | 2000 - 2002 | 28.706 carros |
| Mercedes CLK A209 Conversível | 2003 - hoje | |
| Porsche 914 | 1969 - 1976 | 118.949 carros |
| Porsche 968 | 1991 - 1994 | 11.803 carros |
| Renault 19 Conversível | 1990 - 1996 | 29.222 |
| Renault Mégane I Conversível | 1996 - 2003 | 74.096 |
| Renault Mégane CC Conversível | desde 2004 | |
| Triumph TR6 | 1969 - 1976 | |
| VW Corrado | 1988 - 1995 | 97.521 carros |
| VW Golf I Conversível | 1979 - 1993 | 388.522 carros |
| VW Golf III Conversível | 1993 - 1997 | 129.475 carros |
| VW Golf IV Conversível(Base Golf III) | 1997 - 2001 | 82.588 carros |
| VW Golf III Variant | 1997 - 1999 | 80.928 carros |
| VW Escarabajo Conversível | 1949 - 1980 | 331.847 carros |
| VW Scirocco I | 1974 - 1980 | 504.153 carros |
| VW Scirocco II | 1980 - 1992 | 291.497 carros |
A Escuderia Bandeirantes foi uma equipe de Formula 1 e outros torneios criada na Europa por Chico Landi, usando carros usados da Maserati.
Em 1952, Chico Landi criou a Escuderia Bandeirantes, com três Maserati A6GCM, para disputar grandes prêmios na Europa. Gino Bianco acompanhou-o para ser um dos pilotos. Além dos dois brasileiros, a Escuderia Bandeirantes teve o uruguaio Heitel Cantoni e, em uma corrida, o argentino Alberto Crespo. Os carros dos brasileiros eram pintados de amarelo e tinham rodas verdes – era a pintura nacional exigida pela FIA. Não era uma equipe rica: inscreveu-se apenas em quatro GPs, às vezes com somente dois carros, e seu melhor resultado foi o 8º lugar de Landi no GP da Itália.
O Grupo B foi introduzido pela FIA (Federação internacional de Automobilismo) em 1982 como substituto para o Grupo 4 (carros de turismo modificados) e Grupo 5 (carros protótipo de turismo).
Para o Grupo A haviam uma série de requisitos para se poder homologar um carro, como produção mínima de 5000 carros (linha de produção), limite máximo de potência, limite mínimo de peso, com tecnologia permitida e um custo total.
Ao contrário disso, o Grupo B tinha poucas limitações na tecnologia dos carros, no projeto e no número dos carros requeridos para a homologação do modelo. O peso não era restrito, materiais de alta tecnologia eram permitidos e não havia limite máximo de potência dos carros. A categoria foi muito visada pelos fabricantes de carros prometendo vitórias e oportunidades subsequentes de fazer publicidade sem precisar existir um modelo de produção.
O Grupo B foi inicialmente um conceito de muito sucesso, com muitos fabricantes juntando-se ao Campeonato Mundial de Rally, aumentando o número de expectadores. Mas o custo para competir cresceu muito rápido, e a performance dos carros aumentou ainda mais, resultando em vários acidentes fatais. Como consequência, o Grupo B foi cancelado e banido no fim de 1986 e as regras do grupo A ficaram como padrão para todos os carros daquela época.
Nos anos seguintes os carros do Grupo B continuaram correndo em uma categoria chamada de Campeonato Europeu de Rallycross, com carros como MG Metro 6R4 e o Ford RS200, competindo até o fim de 1992. Para 1993, a FIA substituiu os carros do Grupo B com protótipos que deveriam ser baseados nas regras do grupo A, mas mantendo o espírito do Grupo B, com baixo peso, tração nas quatro rodas, alta pressão do turbo e quantidades desconcertadas de potência. Hoje em dia, no Rallycross os carros cumprem um regulamento com um peso minino e, no caso de motores turbo-comprimidos, têm um restrictor de 45mm.
A Escuderia Bandeirantes foi uma equipe de Formula 1 e outros torneios criada na Europa por Chico Landi, usando carros usados da Maserati.
Em 1952, Chico Landi criou a Escuderia Bandeirantes, com três Maserati A6GCM, para disputar grandes prêmios na Europa. Gino Bianco acompanhou-o para ser um dos pilotos. Além dos dois brasileiros, a Escuderia Bandeirantes teve o uruguaio Heitel Cantoni e, em uma corrida, o argentino Alberto Crespo. Os carros dos brasileiros eram pintados de amarelo e tinham rodas verdes – era a pintura nacional exigida pela FIA. Não era uma equipe rica: inscreveu-se apenas em quatro GPs, às vezes com somente dois carros, e seu melhor resultado foi o 8º lugar de Landi no GP da Itália.